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Noroeste argentino – parte II

setembro 2, 2009

depois de descer o Cerro San Bernardo, Salta

Seguindo a viagem, fomos a Salta, capital da província homônima que fica ao sul de Jujuy, denominada de “La Linda”. A cidade tem seu charme, não sei se pra tanto, pra levar esse apelido, mas vimos um belo centro histórico, com uma praça, uma catedral com apresentaçõezinhas folclóricas que pegamos por sorte, e um cerro com teleférico no qual subimos, mas descemos andando (1070 degraus), de lá se tem uma  boa vista da cidade, me lembrou Santiago. Ainda fomos a outra cidadezinha a 10 minutos dali, onde tinha assim um movimento de fim de semana, uma natureza, mais uma quebrada e um arroiozinho. Bom pra dar uma relaxada molhando o pezinho na água gelada.

Dali seguimos, só a “comissão brasileira”, para Cafayate, cidade na mesma província, mas bem ao sul. Para se chegar lá se passava pela Quebrada de Cafayate, mas era noite e pouco vimos das grandes montanhas rochosas que passavam muito perto da estrada. Em Cafayate alugamos bicicletas, que me fizeram perceber como os anos pesam, minha amiga de 21 ia na frente lépida e faceira e eu lá quase morrendo em um estrada inclinada e contra o vento, hehe. Pior foi quando chegamos a um morrinho a que eles denominavam mirante, do qual tínhamos que praticamente escalar (depois de pedalar até lá) e lá em cima tirei o relógio, porque ele sempre me agonia quando suo. Adivinha o que me dei conta ao chegar regressando ao pé do morro?? Sim, depois que passa a gente ri, mas tive que subir novamente o morro pra buscar o relógio que foi presente de minha maninha e afilhada, correndo porque a Gabi já tava com pressa de aproveitar os demais atrativos da cidade.

descendo de novo, dessa vez com o relógio

E esses atrativos valiam a pena. A cidade, por sua altitude, produz exclusivamente o vinho branco Torrentés. É uma delicia!! E a notícia ruim, 40% da produção é exportada para Europa, e os outros 60% para ficam para a Argentina! E os hermanos brasileños aqui, poh! Mas garanti minhas garrafas depois de conhecer duas bodegas com direito a muitas degustações. Outra atração exclusiva da cidade é o sorvete de vinho – nunca provei nada igual, um sabor inconfundivel de vinho torrontés e cabernet, alcóolico inclusive. Me deu vontade de levar para que todos que conheço o pudessem provar, mas depois de muitos cálculos pensei que na caixinha de isopor se quer resistiria a distancia que me encontrava do freezer de casa (Córdoba).

Ainda pensei em ficar mais um dia na cidade que obrigatoriamente fazemos escala para trocar de onibus para ir a Córdoba, Tucuman, mas o cansaço e o peso das garrafas de vinho “exportadas” de Cafayate me fizeram escolher voltar para Córdoba, chegando segunda pela manha para iniciar mais uma semana, depois de quatro dias muito bem aproveitados.

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